UNEB CAMPUS XII: I Seminário da Consciência Negra em Guanambi



Fotos - Lilia Alves.


A Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus XII (Guanambi) realizou nos dias 16, 17 e 18 de Novembro o I Seminário da Consciência Negra – Lutas e resistências da população afro-brasileira: desafios e conquistas e o Seminário Temático: Juventude(s), sexualidade, gênero e relações étnico-raciais no campo.
O evento teve o objetivo de oportunizar reflexões sobre as questões que atravessam a vida da população afro-brasileira e quilombola e os diversos sujeitos do campo, através de palestras, mesa redonda, roda de conversa, cine debate, oficinas, apresentações culturais e da exposição da I Mostra de Fotojornalismo do curso de Jornalismo da Faculdade Guanambi: ‘Olhar Quilombola’.
Programação:
16/11/2017 – Quinta-Feira
8h às 10h –  Palestra: Juventude(s) e relações de gênero – Palestrante: Leidjane Fernandes Baleeiro (Polo Sindical/Guanambi)
10h – Exposição sobre Comunidades quilombolas Responsáveis: Alunos do 3º semestre de Pedagogia (Matutino)
13h – Discussão sobre Educação de Jovens e Adultos no Campo – Profª Maria de Fátima P. Carvalho (UNEB)
19h – Atividade cultural
19h30 – Mesa: Lutas e resistências da população afro-brasileira: desafios e conquistas
Profª. Dinalva de Jesus Santana Macêdo (UNEB)
Profº. Rogério Pereira de Campos (FG)
Profª. Géssica Trevizan Pera (FG)
17/11/2017 – Sexta-Feira
8h às 12h – Continuação da discussão sobre Educação de Jovens e Adultos no Campo
Profª. Me. Maria de Fátima P. Carvalho (UNEB)
13h – Roda de Conversa sobre comunidades Quilombolas
15h30 – Palestra: Cultura, sujeitos e Identidades – Profª. Lidia Argolo (UNEB).
19h – Atividade cultural
19h30 – Cine debate – Filme: 12 anos de Escravidão – Mediadora – Profª. Adriana Pereira Bomfim (UNEB e FG)
Debatedores: membros do Grupo de estudos, educação e relações étnico raciais: saberes e práticas da população afro-brasileira e quilombola do Território de Identidade do Sertão Produtivo.
18/11/2017 – Sábado
08h – Oficina de Turbantes e Tranças: valorização da estética negra – Joselande de Fátima Mendes Alves (UNEB)
13h30 – Apresentação de Pesquisas:
– Educação e comunidades quilombolas do Território de Identidade Velho Chico/Bahia: indagações acerca do diálogo entre as escolas e as comunidade locais- Profª. Dra Dinalva de Jesus Santana Macêdo (UNEB)
– Cuidado preventivo para o câncer do colo uterino: um estudo com mulheres quilombolas – Profª. Me. Elionara Teixeira Boa Sorte (UNEB)
-Comportamento de adolescentes escolares frente ao consumo de drogas lícitas e ilícitas e ilícitas, Profª. Me. Tatiana Barreto Pereira Viana (UNEB).

Por Neide Lu / Portal Fala Você
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Policlínica de Guanambi será entregue nesta sexta; 19 municípios serão beneficiados

Segunda, 20 de Novembro de 2017 - 12:00
Bahia Notícias
Policlínica de Guanambi será entregue nesta sexta; 19 municípios serão beneficiados
Foto: Divulgação / Secom BA

O governador Rui Costa inaugura, nesta sexta-feira (24), a Policlínica da região de Guanambi, no sudoeste, dando prosseguimento a uma série de entregas na área de saúde que o Governo do Estado vai realizar até o final do ano. Na nova unidade, além da população de Guanambi, serão atendidos os moradores dos municípios de Caculé, Caetité, Carinhanha, Ibiassucê, Igaporã, Iuiú, Jacaraci, Lagoa Real, Licínio de Almeida, Malhada, Matina, Mortugaba, Palmas de Monte Alto, Pindaí, Rio De Santana, Rio do Antônio, Sebastião Laranjeiras e Urandi. Com a abertura da policlínica, os habitantes da região passarão a ter acesso, gratuitamente, a exames de alta complexidade, como ressonância magnética, tomografia, mamografia e ultrassonografia com doppler. Os pacientes contarão com micro-ônibus exclusivos e também gratuitos para fazer o transporte dos municípios atendidos pelos consórcio regional responsável pela instalação até a unidade. A primeira policlínica foi inaugurada no último dia 17, pelo governador Rui Costa, em Teixeira de Freitas, para atender aos municípios do extremo sul do estado. Até o final de dezembro, serão entregues as unidades localizadas nas regiões de Irecê e Jequié. Todas as Policlínicas Regionais de Saúde só prestam atendimento por meio de um agendamento prévio, que deve ser feito pela Secretaria de Saúde dos municípios consorciados.
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ESCOLA MUNICIPAL PROFESSORA JOSEFINA: DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA EM GUANAMBI



  






Hoje (20), Dia Nacional da Consciência Negra, a Escola Municipal Professora Josefina Teixeira de Azevedo realizou uma rica programação que envolveu palestras, apresentações músicas tradicionais, capoeira,debates, reflexões e vídeos sobre a cultura negra.

O evento foi coordenado pela Diretora Eliana Correia da Cruz, Professora Iziane Lima e Professora Marli e contou com as presenças de estudantes, professores e funcionários da escola do turno matutino.

O Presidente  da ONG Prisma, José Carlos Latinha, fez uma palestra sobre a importância  histórica dos índios e dos negros no sertão baiano, destacando a luta pela libertação dos escravos e a necessidade de reparação do processo de exploração do sistema escravista que durou mais de 300 anos.

PROGRAMAÇÃO


  • Exposição da Professora Ivanilda sobre o movimento negro;
  • Coreografia com música africana;
  • Palestra com José Carlos Latinha sobre o movimento social negro;
  • Explanação da Professora Fátima sobre o trabalho na região Nordeste;
  • Apresentação do Xaxado;
  • Desfile da Beleza Negra;
  • Exposição da Professora Elísia sobre os vídeos feitos pelos alunos da 8º Ano sobre as comunidades quilombolas;
  • Coreografia Pérola Negra;
  • Apresentação Curió bico doce Carimbó;
  • Apresentação do grupo de Capoeira.









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Consórcio de Saúde mobiliza prefeitos para inauguração da policlínica






Prefeitos que   compõem o Consórcio  do  Alto Sertão e  o  Consórcio Regional de Saúde   estiveram reunidos  na manhã desta sexta-feira  dia  17, discutindo   temas de  interesse  dos municípios  como  convênios,  obras  em   andamento  e  outros,  com destaque   para a inauguração e   forma de   funcionamento da  policlínica  regional de  especialidades  médicas  que será  entregue no próximo  dia  24   pelo  governador   Rui Costa.

Durante  o encontro , o presidente do  Consórcio de Saúde, o Prefeito de Urandi Dr Dorival , destacou  a  importância da unidade,  que irá  trazer   inúmeros  benefícios para  a   população regional,  conclamando  os   prefeitos a acreditarem no projeto e  consolidar esta  união  que    tem   trazido  frutos   para  as cidades   com  apoio  e a visão  de  desenvolvimento  do governador  Rui Costa.


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JACQUELINE: HISTÓRIA DE MILHÕES DE MINUTOS


Fonte - PROBUS BRASIL

Hoje, dia 18 de novembro de 2017, minha irmã, Jacqueline Marques de Castro, encantou amigos, parentes e telespectadores de todo o Brasil ao logicar em grande velocidade mental, mesmo sob pressão até daquele cavernoso pano de fundo musical, para encontrar acertadamente o nome do costureiro do vestido da princesa Daiana na recepção na Casa Branca em 1985, depois de já nos ter maravilhado com a resposta à pergunta das moedas, que, a propósito, foi muito mal formulada.
Apesar de ter dito o contrário, creio que particularmente ela é que é a melhor representante da família para esse tipo de desafio, pois é a primogênita do casal e, nessa condição, sentiu mais de perto as borrascas desabarem algumas vezes sobre nossas cabeças, tendo talvez nascido daí a intuição privilegiada de busca de soluções lógicas.  
Não sei se outras oportunidades lhe aparecerão para chamar a atenção dos que a conhecem por sua inteligência apolínea. Jacqueline já lia os clássicos franceses quando criança, tocava piano, depois de ter feito as primeiras experiências na tentativa de arrancar suaves cavatinas do arremedo de cítara que os ambulantes vendiam, e ganhou medalhas, além de outros reconhecimentos que despertavam a atenção dos seus instrutores. Foi pulando de série nas escolas a cada vez que era matriculada em uma, porque os professores notavam que ela estava à frente dos colegas.
Se pudéssemos voltar no tempo, mais ou menos parafraseando o célebre poema controversamente atribuído a Jorge Luiz Borges, acho que ela e eu, hoje, com o melhor conhecimento que possuímos das emoções, depois de tanto tempo no ambiente psicoterapêutico, teríamos podido lidar melhor com os abalos que nos arrancaram do centro: chegaríamos então à condição de cinquentenários mais psiquicamente realizados, mesmo sem realizações que costumam socialmente ornamentar os indivíduos de sucesso.
Para além de toda a lógica desfilada no programa televisivo do encantador Luciano Huck, talvez uma poesia tenha passado despercebida a alguns: a infância, nos anos 1960, passada num casarão de Palmas de Monte Alto, cidade estranha de menos de 1.000 pessoas, onde fomos parar  sem parentes nem amigos inicialmente, um lugar onde a ausência de energia elétrica foi sendo compensada pela candeia do conhecimento paterno. Bem, estávamos mesmo longe do mundo civilizado, do qual somente tomávamos conhecimento duradouro pela chegada aos correios de Guanambi, meses depois da remessa, dos livros vindos do Estado da Guanabara e também pelos mapas espalhados pela casa como penhor da exigência da formação intelectual que ensina a criança a não se ver como o foco do mundo, afinal, Copérnico, havia 500 anos, tinha deslocado não só o indivíduo mas toda a humanidade terrena do centro do universo...
Aquele casarão algo sombrio talvez devesse ter sido mesmo demolido, como terminou sendo, pois, de pé, poderia fazer desaparecer a nostalgia do tempo poético em que a coleção “Trópicos”, em dez maravilhosos volumes, nos falava pela primeira vez de Shakespeare, Júlio Verne, mitologia greco-romana, Cruzadas, ciências naturais, entre tantos outros assuntos.
Acho que ela e eu terminamos fazendo Direito por causa disso: não havia nada de leis nessa coleção e, de alguma forma, talvez tenhamos ficado curiosos em saber o que eram as regras que regiam nossas vidas em sociedade, quem sabe tentando inconscientemente perscrutar a rigidez normativa do genitor, homem cujo barulho das botas pisando naqueles degraus de assoalho de madeira chegava, algumas poucas vezes, a parecer o carrasco que vem buscar suas vítimas rumo ao cadafalso.
De outras vezes, penso, quanto a mim, que a opção jurídica nasceu do desconforto de saber que meu pai vagara de Norte a Sul da Bahia (ora em Caravelas, ora em Remanso; ora em Canavieiras, ora em Jacobina) enquanto chefes postiços, nomeados pela Ditadura Militar, esperavam que ele pedisse exoneração pela opção política que fizera, embora nem fosse radical assim.
Essas recordações dos anos 1960 afloradas hoje por Jacqueline marejaram-me os olhos, o que confirma que na infância estão mesmo nossos melhores lances de vida, ainda que, debaixo de muito chororô, tivéssemos que enfrentar a esterilização, pela chama do candeeiro, das agulhas das vacinas públicas,  apesar de acostumados  a receber no bumbum as temidas injeções dadas pela habilidade paterna com seu indefectível estojo metálico de seringas de vidro,  já que não confiava em deixar que ninguém sem maior experiência que ele pudesse se prestar a esse ofício com seus filhos.
Jacqueline sempre foi de bordar suas fantasias com os efeitos mais líricos, desde que por lirismo se entendam também as travessuras. Uma delas foi historicamente deprimente; a outra, quase fatídica. Nunca entendi o que era aquela paixão numismática de meu pai. Então, um dia, peguei todas aquelas moedas raras juntadas por muitos anos e saí distribuindo na rua. Ela me ajudou. Algumas foram recuperadas. Outras, jamais ele conseguiu adquirir em substituição. De outra vez, aos três anos, acompanhado dela, com quatro, entrei num veículo chamado Rural, da Willys, que estava estacionado numa ladeira (era o único da cidade), desengrenei-o e me pus a fingir controlar o volante, enquanto ela gritava: “viva, João já sabe dirigir”.
Aquelas duas crianças loiras (parece que, quando se é loiro, se passa para os cabelos pretos sem sofrer com os grisalhos – embora eu suspeite que essa teoria seja tão funcional quanto eu poder dirigir um veículo aos três anos de idade...) tiveram uma meninice feliz nos ventos dos crepúsculos vespertinos coloridos de eloendros, enquanto disputavam descobrir imagens conhecidas nas formações das nuvens. Sob as estrelas que a escuridão tornava mais luminosas, muitos daqueles contos imaginários sobre mundos para além da Terra, narrados por minha mãe, Aparecida - uma mulher  que até então não tinha passado por uma escola formal, mas dona de notável sensibilidade artística refinada pelo histórico Instituto Mauá -, legaram crenças mais tarde responsáveis por alimentar nossas esperanças na hora dos embates travados no teatro das vaidades mundanas.
Cruzei os dedos para que Luciano Huck não perguntasse à minha irmã se ela tinha fé em Deus. Provavelmente, num País religioso como este, pudesse perder adesões da torcida.
Nesse ponto divergimos profundamente de perspectiva: como espírita, sou fortemente cristão. Já nosso pai, sempre desconfiou de propósitos inconfessáveis nos discursos dos representantes de Deus na Terra. Ainda assim, em nome da isenção pedagógica, algum tempo antes de nascermos, adquirira também uma “História Ilustrada do Mundo Bíblico”, faturada no dia 18 de novembro de 1963, há exatos 54 anos, com a qual eu me deliciei durante muito tempo. Jacqueline nunca chegou a abri-lo. Suas inquirições a guiaram a outras vias do pensamento, fazendo-a então ver muito mais lógica em sustentar, parafraseando Freud, que não é o ateísmo que precisa ser explicado, mas sim a crença, que fala de um mundo etéreo melhor enquanto por aqui as pessoas em carne e osso estertoram nos corredores de hospitais, onde a educação pública ainda claudica, a corrupção grassa e o preconceito prestigia inconsequentemente a deplorável branquitude de pés de barro à qual todas as melhores oportunidades são asseguradas.  
Para os fanáticos obsessivos, que pululam neste País enquanto protegem suas conveniências mais vergonhosas com manipulações de toda ordem, não ter religião, mesmo que meramente especulativa, interesseira e mesquinha, é um escudo de latão contra um fuzil. A Lógica, ah, a Lógica não aprova esse modelo de truque  ideológico com que se pensa enganar o próprio Criador.
Parabéns, Jacqueline. No fundo, os merecidos trezentos mil se transformam em centavos, quando divididos pelos milhões de minutos de dedicação ao conhecimento libertador.
Vitória da Conquista, Bahia, 18 de novembro de 2017.
João Batista de Castro Júnior, irmão de Jacqueline. 

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Jacqueline Castro ganhou 300 mil reais no desafio do programa do Caldeirão do Huck




A advogada montealtense Jacqueline Castro, que participou do programa ‘Caldeirão do Huck’, no quadro “Quem quer ser um Milionário” ganhou R$ 300 mil reais. Parabéns Jacqueline!
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